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segunda-feira, 5 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de março de 2012
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
pedro bala e os holofotes
Você já ouviu o primeiro EP do Pedro Bala & Os Holofotes? Ainda não? Está esperando o que, hein!?
O compacto homônimo é diversão do começo ao fim! E o mais incrível: foi produzido, gravado e lançado por esta ótima banda de Paraisópolis e está disponível para audição e download gratuito no site da “tramavirtual”
Contendo 4 canções, o EP também é distribuído fisicamente pelo selo alternativo e independente Overdrive Records que tem em seu cast bandas como Han(s)olo, Salad Star, Lepha & Os Ladrões de Playmobil, Tangerines, Tsop e Bala Mágica.
“Tínhamos um leque de opções muito grande, mas entre todas as músicas já compostas pela banda, decidimos contrabalançar o set list do disco mesclando músicas mais agitadas com músicas mais calmas”, comentou no blog www.pedrobalaeosholofotes.blogspot.com o vocalista Mateus Cursino.
A canção de amor "Com Grilos na Cabeça" abre o EP gravado no estúdio caseiro da banda, o “Bolachão Home Studio”. Nesta linda canção, ouvem-se elementos musicais de Neil Young, Júpiter Maçã e Cachorro Grande, mas sempre com um toque alquímico muito peculiar do "Pedro Bala & Os Holofotes".
Depois da poética "Com Grilos na Cabeça" que se encerra com os contundentes versos “quem eu sou? o que vou fazer? sinto uma coisa em mim: é você”, é a vez da canção garageira, lisérgica e jovem-guardista “Você não é minha amiga” convidar todo mundo a esquecer-se dos problemas existenciais e das desilusões amorosas para dançar a noite inteira no maior astral! O refrão gruda feito chiclete na cabeça dando a esta faixa grande potencial radiofônico.
O clima de festa continua. “Jeitinho Cool” é uma canção perfeita para aqueles dias em que você acorda de bem com a vida, abre a janela do quarto e dá de cara com o céu lindamente azul, o sol radiante, o gramado super verde e pássaros mutantes assobiando Beatles e Rolling Stones. Então, a única coisa que pensa é encontrar sua garota e sair de mãos dadas por aí cantando “lalalalá”...
“Delírios azuis” - balada indie psicodélica - fecha em grande estilo o primeiro EP do Pedro Bala & Os Holofotes. A canção com uma melodia envolvente, cheia de groove e com solos certeiros e econômicos dialoga com uma letra repleta de imagens e cores poéticas surreais. “Eu senti que tudo estava certo / eu perdi a noção do que era certo / eu quebrei minha guitarra preta / meus discos / rasguei a camiseta”.
Apesar das influencias, os PBH’s vão muito além da cópia de bandas consagradas e em nenhum momento se limitam a repeti-las. Assim, ao assimilar estéticas sonoras que vão desde os anos sessenta aos anos dois mil e misturá-las a suas vivências pessoais, o grupo alcançou uma sonoridade muito peculiar e original: rock com um pé no pop sem ser pop e um passo a frente de milhares de bandas que dizem ser rock nos dias atuais.
Não é nenhum exagero afirmar que as batidas seguras de Fernando Maçã, o vocal afinado de Mateus Cursino e as guitarras dinâmicas e inventivas de Tomás Almeida fazem do Pedro Bala & Os Holofotes a grande promessa paraisopolense no cenário roqueiro nacional.
Mateus (vocal/baixo), Fernando (bateria/percussão) e Tomás (guitarras/teclado) já estão em estúdio gravando o segundo single que deverá sair no começo do próximo ano e deverá contar também com a participação de Igor no baixo e Alfredo Paiva no teclados.
Bicho! É uma brasa, mora?
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Campo de energia envolve Pouso Alegre
Por Jota Geraldo
Pouso alegre, 24 de outubro, 32°C . Somos carona de um fusca bege à 100 hm/h rumo a um evento cujas informações acerca são: Disco Hyppe, Clube do Tchu, BR 459, Km 103, proximidades do São Camilo, os pousoalegrenses do Pumu, o paulista Objeto Amarelo e os norte-americanos do The Eternals que estão no Brasil para a “Campo de Energia Tour 2010” , turnê de divulgação do álbum "Approaching The Energy Field".
O fusquinha estaciona nas proximidades dos túneis e - eu (prazer meu nome é Olavo) e Deise - seguimos a pé pela beira da estrada em ponto de ebulição.
Encontro com um peregrino (?!) indo em direção aos caminhos da fé e pergunto (enlouquecido pelo sol):
- Esta é a BR459?
A resposta afirmativa do homem nos dá o ânimo necessário para perseverar na caminhada...
Pensamentos desconexos do momento: "ela é uma garota firmeza, acompanhando-me (a pé) nessas estradas tropicais"; "carros na velocidade da luz do sol"; "água, cerveja e (por que não?) sombra".
Finalmente vejo uma placa: "Disco hyppe".
- É aqui. Não é miragem.
São 16:34h. Logo de cara, encontro André, Zé Rolê, Gustavo e mais dois camaradas cuja aproximação ocorreu mais por afinidades sonoras do que propriamente por nomes...
Enquanto as portas do clube não são abertas, um rolê para abrir outras.
Há 10 anos, andei, como hoje, nas mesmas margens da BR, só que com diferentes objetivos. É bem provável que o eterno retorno esteja fazendo efeito, mas as coisas não acontecem duas vezes da mesma forma. Naquele tempo, cheguei sozinho em Piei, não conhecia ninguém e não sabia nada sobre a cultura local. Hoje há pessoas que reconheço e pessoas que me reconhecem. A ‘vidagora’ tem uma espécie de mão dupla e se estende para além do provincianismo de então.
Devaneios à parte e com a concentração necessária nesta tarde clássica de domingo, com densas nuvens formando robôs, dragões, espaçonaves e navios no céu azul, com Flamengo empatando com Vasco, Corinthians derrotando Palmeiras e galo abatendo a raposa, aqui estamos: eu, Deise prestes a embarcar em uma viagem sonora. 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2,1...
"Obrigado às pessoas que escutaram e para as pessoas que conversaram... obrigado também”. Com estas palavras bem humoradas e irônicas, sem cair na agressão e no desrespeito, Rafael encerrou a espetacular apresentação do Pumu, banda de Pouso Alegre que - ao promover um diálogo efetivo e consistente entre a música de improvisação e a música brasileira - coloca em outra esfera - muito mais desafiadora e cerebral (sem perder, claro, o espírito dionisíaco) - o debate em torno do rock.
O Pumu, composto pelos irmãos Paulo Bernardo (Vocal e Guitarra) e Rafael Miranda (Vocal, violão e bateria), fez um show impecável e mostrou que está pronto para o primeiro álbum que coincidirá com o registro desta ótima fase do duo pousoalegrense que faz parte do cast da Norópolis (www.norópolis.net), extensão da Submarne Records.
Ninguém sai ileso de uma apresentação do Pumu. A mente é permeada por inúmeras reflexões sobre o que é música e quais rumos está tomando, ao assumir linguagens que vão muito além das 7 notas musicais.
O som do Pumu - para ser experimentado, decodificado e compreendido em sua totalidade - precisa que a plateia esteja realmente ligada às emissões da banda que é experimental, mas também experiência.
Não há barreiras e, em questão de segundos, um rio calmo se transforma numa tempestade furiosa em alto mar. Lindas vocalizações, gritos, sussuros, caretas, palmas, harmonias desconcertantes, free jazz, improvisações, Gastr del Sol, Sun city Girls, This Heat, Captain Beefheart, TFUL 282, Animal Collective, Caetano Veloso , Hermeto Pascoal, Bert Jansch, João Gilberto, Phil Minton, Beach Boys, Airto Moreira, Neil Young, Milton Nascimento, Edu Lobo, Will Oldham, Animal Collective e até uma caneca enferrujada dialogam com o som característico e autoral do Pumu.
No blog http://pumu.wordpress.com é possível baixar as faixas “Pra Laila” e “Mosaico”, esta última lançada pela agência produtora de bandas independentes "Quickstar Productions" na compilação ROCK 4 life, compilação norte americana que busca bandas pelo mundo todo. Mais gravações podem ser encontradas no www.myspace.com/pumukapiei. Já no youtube, é possível encontrar vídeos do PUMU e perceber a evolução do projeto.
Tremor - Uma caótica paisagem sonora reverbera pela tarde, paredes tremem e o chão vibra. É o Objeto Amarelo de Carlos Issa.
Batidas pesadas, sinistras, camadas densas, sobreposições, vocais guturais, guitarra e pedais de efeito. O som é sentido não só pelos ouvidos, mas pelos olhos, pelos pés, pelas mãos...
Ordem e caos se fundem, confundem, caosfundem. O som toma corpo e dialoga diretamente com o corpo humano.
Não há espaço para meias palavras, sensações pela metade ou oposições do tipo bom/ruim. O objeto Amarelo é.
Ou você ouve, sente, permite-se levar pelas possibilidades aleatórias dos sons ou não percebe nada. Música ou anti-música? Não importa. Importa sim a experiência sonora.
No fim da apresentação algumas pessoas batem palmas; outras perguntam: “o Objeto Amarelo vai tocar ainda?".
Depois de Pumu e Objeto Amarelo é hora de dar uma respirada e se preparar para o devir The Eternals. Enquanto isso, no espaço externo do clube, o coletivo de dj’s Dubterrâneo de Santa Rita do Sapucaí rola vários sons e a galera se descontrai.
Campos de energia para sempre – Formado na cidade de Chicago (EUA) em 1997 por Damon Locks (vocal, teclado e efeitos) e Wayne Montana (baixo e teclado), o The Eternals está no Brasil para divulgar o álbum "Approaching The Energy Field" e fez uma insólita aparição em terras sul-mineiras.
A banda sintetiza elementos de reggae, dub, dancehall, hip hop, música eletrônica, música de vanguarda, punk e hardcore e destila um som bastante característico que vai além de qualquer tentativa de simplificação ou comparação com objetivos de enquadramento jornalístico reducionista.
Carismático e versátil, Damon Locks pede para o público dar um passo a frente. Com essa atitude suspende a timidez natural dos mineiros, anula a barreira imaginária entre público e artista e cria um só campo de energia.
O show ganha fluidez e espontaneidade e o público corresponde corporalmente ao som pesado e cheio de groove do grupo. “High Anxiety” e “Space Dancehall” incendeiam a pista. “Silhouette” é o momento contemplativo da apresentação do The Eternals, eleito em 2008 como o melhor grupo de rock do cenário musical local pelo Chicago Reader.
Não há limites para a criação musical - Numa só tarde Pumu, Objeto Amarelo e The Eternals estiveram no mesmo “campo energético” e o resultado foi uma combinação sonora e performática que rompeu com qualquer pré-concepção sobre o que é música e o que ela pode ser.
Pouso Alegre vive um momento de efervescência cultural e de possibilidades de conectar a arte local ao movimento global que bomba na internet e nos grandes centros urbanos. Os já clássicos Grupo Imbuia e Space Invaders, bem como Pumu, Davi Bernardo e Psilosamples são nomes que logo vem à cabeça quando se pensa na arte que não tem medo do risco, da quebra de paradigmas, da busca de uma linguagem própria.
O momento é propício, o clima é favorável. Deyse e Olavo voltaram para casa com este pensamento.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
experimentos
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A instalação poética Ventania Experiença A. de Paranax continua perdida por aí assim como ele. Dessa vez, foi capturada no Espaço Alternativo, em Paraisópolis (MG) pelo fotógrafo Djalma Demétrio Junior de São Bento do Sapucaí (SP).
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terça-feira, 14 de setembro de 2010
"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”
Festival sempre é complicado. Por mais organizado que seja certa tensão no ar é inevitável. Atrasos, ausências, problemas técnicos (etc.) sempre acontecem, mas o importante é dar um “tchau” para tudo isso e se conectar no que importa num festival de música: a música & estar presente da forma mais total e aberta possível.
Se as pessoas se importassem com chuva, lama, excesso de público e outros – digamos - problemas, Woodstock não teria acontecido... O mais importante num festival é o envolvimento das pessoas que participam dele, o quanto estão dispostas a compartilhar emoções, informações, fluídos corporais e sonhos.
O som está rolando, o Dj Paranax toca um set tropicalista; sai de Caetano, passa por Tom Zé, Gal Costa, Gilberto Gil e vai até Mutantes... O público começa a chegar no Espaço Alternativo. Na entrada, exposição de obras dos artistas Wallace Garrani e Dimas Tattoo.
Como disse no início do texto, problemas sempre acontecem. Um inanimado pedal de bumbo de bateria tentou ser vilão, mas não conseguiu... Alguém diz:
- Vai dar tudo certo.
E deu. O Invernália – festival organizado pelo movimento de mesmo nome - foi coisa linda de se viver. O The Noons abriu o festival e colocou as pessoas para dançarem com direito a gritinhos histéricos ‘jovem guardistas’ na plateia. Ótimo show que anunciou os que estavam por vir.
A peça “Sonhos de Elevador” foi encenada pelo Grupo Desavesso. Sim! Paraisópolis tem um grupo de teatro independente! A peça - criada pelo próprio grupo - é uma metalinguagem do teatro, ou seja, usa o teatro para falar do próprio teatro. “Sonhos de Elevador” levou atores e públicos para mundos oníricos distantes de onde era possível ver este mundo com distanciamento teatral, poético e filosófico.
Em seguida, as portas do elevador abriram-se no show do “KIDS!” que mostrou estar em ascendência estelar e mais uma vez incendiou a pista. “Come on baby light my fire / Try to set the night on fire”.
A noite veio estrelada e o Bule Mágico apresentou um folk moderno, intimista e delicado.
Com um show calcado nos álbuns Refuse Resist, Chaos A.D. e Roots do Sepultura, o Murder Ride – banda de Trash Metal de Alfenas – fez a apresentação mais pesada do festival, promovendo um verdadeiro transe coletivo entre os headbangers.
A autoestrada do rock ‘n roll levou o público do Invernália até o show dos pousoalegrenses do Red ’n Black que destilou importantes clássicos roqueiros, recheados de solos de guitarra e viradas mirabolantes de bateria. No repertório: Led Zeppelin, Deep Purple, Kiss, AC/DC...
O melhor show da noite foi do Monkey Coffee de Pedralva. O som – um Sá, Rodrix & Guarabira envenenado com blues e rock progressivo – impressionou até os mais críticos da plateia. Vendo um show desse tipo, com músicos talentosos, com músicas próprias tão boas quantas as covers, não é difícil entender porque o rock não morre.
Fechando com chave de ouro o Invernália, Oszé de São Bento do Sapucaí mandou brasa e a juventude presente dançou até o último acorde e Paraisópolis teve um grande dia de rock, música, arte e liberdade de expressão.
Festivais independentes como o Invernália, É Vento na Praça e Festa da Camiseta Velha, tiram a cidade do limbo da rotina, possibilitam que as pessoas se encontrem, troquem experiências estéticas, sociais, sensoriais, artísticas e amorosas (por que não?)
Paraisópolis precisa evoluir, ir além da mesmice e dos modismos, construir sua própria identidade. Uma parcela da juventude já entende que é responsável pela verdadeira mudança no estado das coisas.
E você!? Vai ficar de fora dessa novamente? Afinal, pra não dizer que não falei das flores, “quem sabe faz hora, não espera acontecer”.
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
ventos turvos (vídeo-poema)
ventos turvos - paranax - 2010: vídeo-poema feito a partir da montagem de uma série de fotos encontradas na internet cuja temática era vento. projetado pela primeira vez no dia 01/08/10 no teto da concha acústica da praça central de paraisópolis, mg.
download: ventos turvos
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segunda-feira, 26 de julho de 2010
tinindo trincando
Tinindo Trincando
Novos Baianos
Morais e Galvão
Eu vou assim
E venho assim
Eu vou assim
E venho assim
Porque quem invade não
Não chega não
Chega não porque pera aí
Sou mesmo assim
Sou mesmo assim
Sou mesmo assim
Assim
Um dia assim
Um dia assado
Um dia assim
No duro tinindo tinindo trincando
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
Projeto Arisco - Silensons em Ato Único / Performance N° 2
Preparação
1 Inscrição no "Concurso de Caça Talentos da OPIS (Olímpiadas Paraisopolenses de Inverno e Solidariedade)";
1 Inscrição no "Concurso de Caça Talentos da OPIS (Olímpiadas Paraisopolenses de Inverno e Solidariedade)";
2 definição: oralização do poema "Silensons em Ato Único"
3 Convidar + 1 pessoa para a perfomance;
Evolução
Evolução
4 Conectar um microfone a diferentes pedais de efeito e experimentar sonoridades, camadas, tempos, espaços entre palavras, ruídos, modulações;
Ação
5 Ambos os performers subirão no palco mascarados;
6 Enquanto o perfomer 2 manipula pedais de efeito, oralizar o poema e sentir o corpo, a língua, o movimento dos lábios, escutar a voz processada, bem como a reação do público (vaias, gritos, aprovação, descontentamento);
Desfecho
Desfecho
7 No final, o apresentador do "Caça talentos" pergunta: - eles devem ir para a final?
8 A resposta da plateia será - como já esperava-se - : - não!
9 Choque entre expressão individual e concepção interiorana de arte;
0 A experiência do texto oralizado e processado com equipamentos incomuns, não lineares, por vezes ruidosos e desarmônicos, explicitou a relação problemática entre um tipo de indivíduo anarquíco-poético e um tipo de sociedade cuja concepção de universo parte basicamente dos valores ensinados pela religião e cujo contato com manifestações acontece superficialmente, nula ou por intermédio dos meios de comunicação de massa.***
9 Choque entre expressão individual e concepção interiorana de arte;
0 A experiência do texto oralizado e processado com equipamentos incomuns, não lineares, por vezes ruidosos e desarmônicos, explicitou a relação problemática entre um tipo de indivíduo anarquíco-poético e um tipo de sociedade cuja concepção de universo parte basicamente dos valores ensinados pela religião e cujo contato com manifestações acontece superficialmente, nula ou por intermédio dos meios de comunicação de massa.***
*** No caso da OPIS, em que a Performance Silensons Ato Único foi executada, 5 cantoras evangélicas foram classificadas para a final...
Materiais
- microfone
- pedais de efeito
- cabos
- máscaras
Questões para reflexão
a) Palavra silêncio é uma palavra de ordem?
b) O silêncio é um som?
c) A influência do imprevísivel na arte
d) liberdade: algo dado ou a se conquistar?
e) O sentimentos da massa à não linearidade de experiências poéticas radicais (estranhamento, repulsão, crítica, ironia, etc).
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